O Barbeiro de Sevilha

"Num teatrinho de fantoches que reproduz o Teatro de S. Carlos procede-se à récita de O barbeiro de Sevilha, de Rossini. Os cantores são fantoches e os técnicos do teatro são os actores. Dos conflitos entre eles nasce um espectáculo paralelo: o da vida nos bastidores de um teatro.
Este não se trata de um espectáculo de fantoches nem de actores, mas de um espectáculo de fantoches e actores, num mundo de música e efeitos teatrais em que a única regra é surpreender, divertir e maravilhar os mais novos." no Teatro Municipal de Almada
A miuda estreou-se na ópera. Não foi surpresa nenhuma para mim que ela tenha gostado, até porque o espectáculo é montado a pensar nos mais pequenos. Mas não deixei de ficar a pensar no facto de os miudos serem tão receptivos a um género musical que é, aparentemente, mais difícil. Continuo a achar que é uma questão de hábito, ganha-se com o contacto e alimenta-se com o tempo. Não consigo ver ópera na televisão, oiço raramente em casa (tem muito a ver com o estado de espírito), mas se pudesse, não perdia um espectáculo das temporadas do S.Carlos!
Estranho, para ela, era estarem sempre a bater palmas no fim de casa música "Já acabou, mãe? É intervalo?".
No final, os miudos puderam ver de perto os fantoches e a Inês estava completamente deslumbrada com a personagem feminina. O mais interessante é que ela não percebeu que os bonecos eram animados por pessoas. Queria dar beijinhos na Rossina, tolerava o barbeiro, mas quando o personagem mau tentou chegar perto dela ia apanhando uma chapada!


1 Comments:
A ver se vamos em Janeiro!
Estou curiosa...
Bjos
Cristina
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